sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Náutico afirma não ter recebido valores mensais da Arena

Insatisfação Timbu com consórcio da Arena é demonstrada desde a reta final da Série BFernando da Hora/LeiaJáImagens/Arquivo
Do Leija.com
Sexta-feira, 18 de dezembro de 2015 (23:10:46)

O Náutico divulgou, na manhã desta sexta-feira (18), uma nota oficial em seu site onde informa que o repasse mensal que é feito por parte de Arena Pernambuco referente aos meses de novembro e dezembro não foi depositado. Além desses valores, a garantia mínima acordada entre as partes também não foi recebida, segundo o clube alvirrubro.
O acordo com a Arena, firmado em janeiro de 2014, teve valores pagos apenas até o mês de outubro e de forma parcial. A diretoria do Timbu já havia demonstrado insatisfação com a atual situação envolvendo o consórcio administrador ainda durante a Série B. Fato que inclusive fez o clube marcar uma partida no Arruda, contra o Bahia, que, porém, acabou não ocorrendo.
No documento, é afirmado que a Arena foi notificada novamente sobre o não repasse dos valores, contudo “sem alternativa ou expectativa” de resolução. Ao final, a atual diretoria afirma que a definição do entrave ficará a cargo do novo conselho deliberativo eleito.
Confira a nota divulgada pelo Náutico:
“A Diretoria Executiva vem informar que o Consórcio Arena Pernambuco não depositou, até o momento, nada do valor mensal devido os meses de novembro e dezembro, ou ainda o saldo da garantia mínima que está pactuada entre as partes.
Vale ressaltar que a Arena, descumprindo um acordo feito em janeiro de 2014 e quebrando a habitualidade dos repasses mensais, depositou apenas parcialmente os meses de agosto, setembro e outubro, valores retidos junto a Justiça do Trabalho.
Esta Diretoria Executiva, sem alternativa ou expectativa, notificou novamente a Arena. 

Tais fatos comprometeram sobremaneira a quitação dos compromissos com empregados e fornecedores.
Por fim, salienta-se que os esforços para receber os valores a que o Clube tem direito continuam e que caberá ao novo conselho deliberativo atuar para a resolução de tais impasses.”

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